quarta-feira, 5 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Educação no campo: Professores de escolas rurais terão curso de licenciatura
De 2013 a 2015, um conjunto de universidades e institutos federais,
selecionados pelo Ministério da Educação, por edital, deve abrir 15 mil
vagas em cursos de licenciaturas presenciais, específicos para
professores sem graduação que lecionam em escolas públicas do campo.
Para 2013, são 4.865 vagas em instituições espalhadas nas cinco regiões
do país.
Pelo Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo (Procampo), o MEC repassa recursos para a implantação de cursos regulares de licenciatura no campo, que integrem ensino, pesquisa e extensão. A abertura de vagas anuais, por instituição, varia de 120 para cursos novos e 60 para ampliação de cursos existentes. A prioridade no atendimento é a professores dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio, sem licenciatura, que trabalham em escolas no campo.
As sete universidades e um instituto que ingressaram no Procampo nas seleções de 2008 e 2009, e que participaram do edital de 2012, estão autorizados a abrir 60 vagas por ano – universidades federais do Amapá, de Santa Catarina, do Maranhão, do Piauí, de Roraima, dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, a Universidade de Brasília e o Instituto Federal do Maranhão; as demais devem abrir cursos com 120 vagas anuais, no período de 2013 a 2015.
Para apoiar as instituições que estão no Procampo, o Ministério do Planejamento autorizou, no final de maio deste ano, a realização de concursos públicos para contratação de professores e técnicos administrativos. Os novos ingressos devem acontecer em 2013 e 2014.
O projeto pedagógico da licenciatura, conforme o edital de seleção, deve ter períodos intensivos de formação presencial dentro do câmpus universitário e períodos intensivos de formação presencial nas comunidades onde o educador leciona, com orientação da universidade ou do instituto onde o aluno está matriculado.
O currículo é multidisciplinar, contendo cinco áreas: linguagens e códigos; ciências humanas e sociais; ciências da natureza; matemática; ciências agrárias. A recomendação do MEC é de que as instituições deem preferência para as habilitações que contemplem as áreas de ciências da natureza e matemática, que é onde estão as maiores carências na rede escolar do campo.
Trajetória – A formação superior de professores das escolas do campo é uma das ações do Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo) lançado em fevereiro de 2013. O Pronacampo compreende ações para o acesso, a permanência e a aprendizagem nas escolas com a valorização do universo cultural da população residente no campo, formação inicial e continuada de professores, infraestrutura física e tecnológica.
Pelo Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo (Procampo), o MEC repassa recursos para a implantação de cursos regulares de licenciatura no campo, que integrem ensino, pesquisa e extensão. A abertura de vagas anuais, por instituição, varia de 120 para cursos novos e 60 para ampliação de cursos existentes. A prioridade no atendimento é a professores dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio, sem licenciatura, que trabalham em escolas no campo.
As sete universidades e um instituto que ingressaram no Procampo nas seleções de 2008 e 2009, e que participaram do edital de 2012, estão autorizados a abrir 60 vagas por ano – universidades federais do Amapá, de Santa Catarina, do Maranhão, do Piauí, de Roraima, dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, a Universidade de Brasília e o Instituto Federal do Maranhão; as demais devem abrir cursos com 120 vagas anuais, no período de 2013 a 2015.
Para apoiar as instituições que estão no Procampo, o Ministério do Planejamento autorizou, no final de maio deste ano, a realização de concursos públicos para contratação de professores e técnicos administrativos. Os novos ingressos devem acontecer em 2013 e 2014.
O projeto pedagógico da licenciatura, conforme o edital de seleção, deve ter períodos intensivos de formação presencial dentro do câmpus universitário e períodos intensivos de formação presencial nas comunidades onde o educador leciona, com orientação da universidade ou do instituto onde o aluno está matriculado.
O currículo é multidisciplinar, contendo cinco áreas: linguagens e códigos; ciências humanas e sociais; ciências da natureza; matemática; ciências agrárias. A recomendação do MEC é de que as instituições deem preferência para as habilitações que contemplem as áreas de ciências da natureza e matemática, que é onde estão as maiores carências na rede escolar do campo.
Trajetória – A formação superior de professores das escolas do campo é uma das ações do Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo) lançado em fevereiro de 2013. O Pronacampo compreende ações para o acesso, a permanência e a aprendizagem nas escolas com a valorização do universo cultural da população residente no campo, formação inicial e continuada de professores, infraestrutura física e tecnológica.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Atomística ( conteúdo do 9º ano A e B )
Primeiro modelo atômico
Modelo atômico Thomson
Modelo atômico Rutherford
Partículas subatômicas
Semelhanças de composição atômica
Estudo da eletrosfera
Distribuição eletrônica
Tabela periódica
Atividade: 9º ano B
1- Descreva as principais características dos três estados físicos da matéria.
2- Qual a diferença entre corpos amorfos e cristalinos?
3- O que é fusão?
4- Explique o que é solidificação.
5- O que é vaporização?
6- Qual a diferença entre ebulição, evaporação e calefação?
7- O que é liquefação?
8- O que é sublimação?
2- Qual a diferença entre corpos amorfos e cristalinos?
3- O que é fusão?
4- Explique o que é solidificação.
5- O que é vaporização?
6- Qual a diferença entre ebulição, evaporação e calefação?
7- O que é liquefação?
8- O que é sublimação?
Mais Cultura nas Escolas: Governo investe R$ 100 milhões para levar artes ao ambiente escolar
Os ministérios da Educação e da Cultura vão contemplar este ano 5 mil
projetos culturais com valor entre R$ 20 mil e R$ 22 mil, de iniciativa
de escolas da rede pública que já participam dos programas Mais Educação
e Ensino Médio Inovador. Os projetos, que deverão atender aos objetivos
de promover a circulação de cultura nas escolas e contribuir para a
formação de público para as artes na comunidade escolar, deverão se
formulados em parceria entre escolas, artistas e entidades culturais.
É o que determina o programa Mais Cultura nas Escolas, lançado nesta terça-feira, 21, pelos ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e da Cultura, Marta Suplicy. Estão aptas a se inscrever 34 mil escolas da rede pública, ativas nos dois programas já existentes. As iniciativas precisam ser cadastradas, até o final de junho, pelos diretores das escolas no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec).
A previsão de investimento é de R$ 100 milhões para financiar os 5 mil projetos. Os valores serão repassados diretamente às escolas por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Ao prestarem contas, os gestores deverão incluir documentação de fotos e vídeos das atividades que foram realizadas pelo programa Mais Cultura nas Escolas.
“O objetivo do programa é envolver os estudantes nesse processo de aprendizado por meio da cultura. Vamos selecionar os projetos que mais envolvam a comunidade”, salientou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
As atividades deverão ser voltadas para nove eixos temáticos: residência de artistas para pesquisa e experimentação; criação, circulação e difusão da produção artística; promoção cultural e pedagógica em espaços de cultura; educação patrimonial; cultura digital e comunicação; cultura afro-brasileira; culturas indígenas; tradição oral, e educação museológica.
Os projetos serão selecionados por uma comissão com representantes do MEC, do MinC e professores das universidades federais, que darão pareceres técnicos. Segundo o ministro, a escolha dos projetos vai buscar o equilíbrio para que todas as regiões do país estejam contempladas. “Vai ganhar quem tiver qualidade. Tudo na educação é mérito”, pontuou Mercadante.
É o que determina o programa Mais Cultura nas Escolas, lançado nesta terça-feira, 21, pelos ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e da Cultura, Marta Suplicy. Estão aptas a se inscrever 34 mil escolas da rede pública, ativas nos dois programas já existentes. As iniciativas precisam ser cadastradas, até o final de junho, pelos diretores das escolas no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec).
A previsão de investimento é de R$ 100 milhões para financiar os 5 mil projetos. Os valores serão repassados diretamente às escolas por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Ao prestarem contas, os gestores deverão incluir documentação de fotos e vídeos das atividades que foram realizadas pelo programa Mais Cultura nas Escolas.
“O objetivo do programa é envolver os estudantes nesse processo de aprendizado por meio da cultura. Vamos selecionar os projetos que mais envolvam a comunidade”, salientou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
As atividades deverão ser voltadas para nove eixos temáticos: residência de artistas para pesquisa e experimentação; criação, circulação e difusão da produção artística; promoção cultural e pedagógica em espaços de cultura; educação patrimonial; cultura digital e comunicação; cultura afro-brasileira; culturas indígenas; tradição oral, e educação museológica.
Os projetos serão selecionados por uma comissão com representantes do MEC, do MinC e professores das universidades federais, que darão pareceres técnicos. Segundo o ministro, a escolha dos projetos vai buscar o equilíbrio para que todas as regiões do país estejam contempladas. “Vai ganhar quem tiver qualidade. Tudo na educação é mérito”, pontuou Mercadante.
MEC
Atleta na Escola: Secretarias têm prazo até 1º de junho para aderir ao programa
As secretarias de educação estaduais e municipais podem fazer sua adesão ao programa Atleta na Escola até 1º de junho,
por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle
(Simec). O principal objetivo do programa é difundir a prática esportiva
entre os estudantes brasileiros, e assim identificar jovens talentos.
De acordo com balanço das 15h30 desta quarta-feira, 22, 24 estados já
aderiram ao programa, bem como 3.464 municípios. A iniciativa de
formação esportiva escolar tem como meta a participação de 5 milhões de
estudantes entre 12 e 17 anos, de 20 mil escolas.
O Ministério da Educação fará repasse de recursos para a realização
de competições pelas escolas, municípios, estados e Distrito Federal. Os
recursos serão distribuídos por intermédio do Programa Dinheiro Direto
na Escola (PDDE), operacionalizado pelo Fundo Nacional para o
Desenvolvimento da Educação (FNDE).
“O brasileiro já demonstrou em várias modalidades o talento para o
esporte. Temos criatividade, capacidade, competência, principalmente nos
esportes que popularizamos”, salientou o ministro da Educação, Aloizio
Mercadante. Segundo ele, ainda é preciso estimular algumas práticas
esportivas no Brasil, como o atletismo e a corrida. “Estamos construindo
a perspectiva de deixar um legado das Olimpíadas nas escolas. Essa será
uma das heranças que vamos deixar”, completou.
Lançado no início de maio pelos ministérios da Educação, Defesa e dos
Esportes, o programa pretende democratizar o acesso ao esporte desde a
escola, incentivar a prática esportiva nas escolas e identificar e
orientar jovens talentos escolares. O Atleta na Escola também tem como
objetivo servir de base para o plano Brasil Medalhas, investimento de R$
1 bilhão em ações para que o país fique entre os dez melhores colocados
nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio de Janeiro em 2016.
MEC
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