sexta-feira, 13 de abril de 2012

Dinheiro Direto na Escola: Escolas têm prazo até 31 de outubro para fazer sua adesão

Já está aberto o prazo para que municípios, estados, Distrito Federal e suas respectivas unidades de ensino façam a adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Segundo a Resolução do FNDE nº 7/2012, publicada nesta sexta-feira,13, no Diário Oficial da União, o prazo para adesão vai até 31 de outubro. O sistema PDDEweb, que possibilita a adesão e a atualização cadastral dos participantes, está disponível no sítio eletrônico do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Criado em 1995, o PDDE tem a finalidade de prestar assistência financeira, em caráter suplementar, às escolas da rede pública de educação básica e às escolas privadas de educação especial mantidas por entidades sem fins lucrativos. O objetivo é promover melhorias na infraestrutura física e pedagógica das unidades de ensino e incentivar a autogestão escolar.

Os recursos, que são repassados diretamente às escolas, destinam-se a pequenos reparos nas unidades de ensino e manutenção da infraestrutura do colégio, ou para a compra de material de consumo e de bens permanentes, como geladeira e fogão. Ao longo dos anos, novas ações foram incorporadas e, hoje, também promove a acessibilidade nas escolas públicas e financia a educação integral.

O orçamento do programa para este ano é de R$ 1,9 bilhão. No ano passado, o FNDE repassou mais de R$ 1,5 bilhão em benefício de mais de 137 mil escolas.

MEC.

Material para pesquisa ( 9º ano) 8ª série

Estados físicos da matéria



Quando nos referimos à água, a ideia que nos vem de imediato à mente é a de um líquido fresco e incolor. Quando nos referimos ao ferro, imaginamos um sólido duro. Já o ar nos remete à ideia de matéria no estado gasoso.

Toda matéria que existe na natureza se apresenta em uma dessas formas - sólida, líquida ou gasosa. É o que chamamos de estados físicos da matéria.



No estado sólido, as moléculas de água estão bem "presas" umas às outras e se movem muito pouco: elas ficam "balançando", vibrando, mas sem se afastarem muito umas das outras. Não é fácil variar a forma e o volume de um objeto sólido, como a madeira de uma porta ou o plástico de que é feito uma caneta, por exemplo.



O estado líquido é intermediário entre o sólido e o gasoso. Nele, as moléculas estão mais soltas e se movimentam mais que no estado sólido. Os corpos no estado líquido não mantém uma forma definida, mas adotam a forma do recipiente que os contém, pois as moléculas deslizam umas sobre as outras. Na superfície plana e horizontal, a matéria, quando em estado líquido, também se mantém na forma plana e horizontal.


No estado gasoso a matéria está muito expandida e, muitas vezes, não podemos percebê-la visualmente. Os corpos no estado gasoso não possuem volume nem forma próprios e também adotam a forma do recipiente que os contém. No estado gasoso, as moléculas se movem mais livremente que no estado líquido, estão muito mais distantes umas das outras que no estado sólido ou líquido, e se movimentam em todas as direções. Frequentemente há colisões entre elas, que se chocam também com a parede do recipiente em que estão. É como se fossem abelhas presas em uma caixa, e voando em todas as direções.




Em resumo: no estado sólido as moléculas de água vibram em posições fixas. No estado líquido, as moléculas vibram mais do que no estado sólido, mas dependente da temperatura do líquido (quanto mais quente, maior a vibração, até se desprenderem, passando para o estado gasoso, em um fenômeno conhecido como ebulição). Consequentemente, no estado gasoso (vapor) as moléculas vibram fortemente e de forma desordenada.



Fonte: só biologia


Para poder estudar, alunos pagam conta de luz de escola rural de MT.

Secretaria de Educação diz que investigará assessora pedagógica.
 
Alunos da unidade anexa à Escola Estadual Sol Nascente, na zona rural do município de Confresa, a 1.160 quilômetros de Cuiabá, alegam que para poder estudar precisam pagar a conta de energia elétrica da escola. Um dos 17 alunos do curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA) que não quis se identificar, disse ao G1 que pagar a conta de energia elétrica é apenas um dos muitos problemas enfrentados na unidade.

“Na escola temos uma série de problemas. Não temos banheiro, bebedouro, água, energia elétrica e os portões estão para cair. A situação está muito difícil. O ônibus rural só passa das 7h às 13h, sendo que nossa aula é a tarde. Já reclamamos várias vezes, mas a situação nunca foi resolvida”, ressaltou o rapaz. Os estudantes que denunciam a situação frequentam aulas na unidade anexa à Escola Sol Nascente, que conta com duas salas de aula para atender o EJA.

O secretário de Educação de Mato Grosso, Ságuas Moraes, disse ao G1 reconhecer a situação da escola e afirmou que trata-se de um problema interno da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). Segundo ele, a autorização de formação de novas unidades anexas de ensino, como é o caso da sala dos alunos do EJA da Escola Sol Nascente, é de responsabilidade da assessoria pedagógica do município.