quinta-feira, 31 de março de 2011

Material relativo ao trabalho sobre DENGUE da Turma 8ª série (9º ano) Tarde

Tema: Prevenção é a grande solução!!!








ATIVIDADE RELATIVO AO TRABALHO SOBRE A DENGUE 6ª SÉRIE (7º ANO)

1- ENCONTRE NO DIAGRAMA ABAIXO 9 OBJETOS PROPÍCIOS PARA A PROLÍFERAÇÃO DE CRIADORES DO MOSQUITO DA DENGUE:

terça-feira, 29 de março de 2011

Material relativo ao trabalho sobre DENGUE 7ª série ( 8º ano )



1- O MOSQUITO DA DENGUE TEM HÁBITO DE PICAR DURANTE O DIA. COMO SE CHAMA O HÁBITO DE PICAR DURANTE O DIA?


2- COMO SE CHAMA O NOME CIENTÍFICO DO MOSQUITO DA DENGUE?

3- QUAL O NOME QUE SE DÁ A FORMA MAIS LETAL DA DOENÇA (DENGUE)?

4- QUAL O NOME QUE SE DÁ A FORMA MAIS COMUM DA DOENÇA (DENGUE)?

5- AO SUGAR O SANGUE DE UM SER HUMANO, O MOSQUITO TRANSMITE A DOENÇA ATRAVÉS DE?

6- O MOSQUITO QUE TRANSMITE A DENGUE É MACHO OU É FÊMEA?

Material relativo ao trabalho sobre DENGUE 8ª série (9º ano )

O que é a Dengue?


A dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus chamado flavivirus, e transmitida ao homem pelo mosquito Aedes aegypti.

A dengue está presente em mais de cem países do mundo, localizados no Sudeste Asiático, na África e nas Américas. A doença atinge toda a América Latina, menos o Chile.

A dengue é uma doença endêmica no Brasil: aumento dos criadouros pelo crescimento desordenado das cidades, deficiências no abastecimento regular de água e na coleta e no destino adequado do lixo

 A movimentação das pessoas entre cidades de diferentes estados do nosso País facilitam a circulação do vírus da dengue. Por esses motivos, o número de municípios infestados pelo Aedes aegyti aumentou no Brasil.

 
Ciclo de transmissão da Dengue


O ciclo se inicia quando a fêmea do Aedes aegypti pica uma pessoa com dengue.

O tempo necessário para o vírus se reproduzir no organismo do mosquito é de 8 a 12 dias.

Após isso, ele começa a transmitir o vírus causador da doença. Esse mesmo mosquito, ao picar um ser humano sadio, transmite o vírus para o sangue dessa pessoa.

Após um período de 3 a 15 dias, a doença começa a se manifestar. A partir daí o ciclo pode voltar a se repetir, caso essa segunda pessoa seja picada por outro Aedes aegypti.
 
Ciclo de transmissão da Dengue


 A dengue só é transmitida pela fêmea infectada do Aedes aegypti

 O vírus que causa a dengue possui quatro variações, classificadas como DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A

pessoa infectada adquiriu um destes tipos.

 Se essa pessoa contrair a doença outras vezes e por outros tipos do vírus, aumentam as chances de desenvolver a dengue hemorrágica ou a dengue com complicações.

Dengue - aspectos clínicos


Síndrome febril da dengue (dengue clássico):

• Febre

• Cefaléia

• Dor retro-ocular

• Mialgia

• Artralgia

• Exantema

• Manifestações hemorrágicas
 
Dengue Hemorrágica


Os sintomas são iguais aos da Dengue clássica e pode existir ainda:

• sangramento de gengivas e narinas;

• fezes escuras, o que pode indicar a presença de sangue;

• manchas vermelhas ou roxas na pele;

• dor abdominal (dor na barriga) intensa e contínua;

• vômitos e tonteira;

• diminuição da urina;

• dificuldade para respirar.
 
Tratamento


• Não existe tratamento específico

• Hidratação oral ou venosa

• Medicação sintomática (analgésicos

• e antitérmicos)

(Deve ser evitado o ÁCIDO ACETILSALICÍLICO)

• Pode ser tratado em casa , com retorno ao Serviço de Saúde após 48 a 72 horas do início dos sintomas para revisão.

sexta-feira, 25 de março de 2011

TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES

"No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo, e todos ficaram tristes. Na educação é o 85º e ninguém reclama..."



TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES



(O salário de 344 professores que ensinam, é igual ao de 1 parlamentar que nada faz (aliás, em geral, subtrai R$ da população)



Essa é uma campanha que vale a pena! Repasso com revolta!



Prezado amigo! Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$ 650,00



Eu fico até com vergonha de dizer, mas meu salário é R$ 650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu, e recebem minguados R$ 440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando. Atualmente a regra é essa:



O professor faz de conta que dá aula,

o aluno faz de conta que aprende,

o Governo faz de conta que paga

e a escola aprova o aluno mal preparado.



Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!



Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$ 10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo.

O minuto trabalhado aqui, custa ao contribuinte R$ 11.545.

Na Itália, são gastos com parlamentares R$ 3,9 milhões, na França, pouco mais de R$ 2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa, por ano, R$,850 mil e na vizinha Argentina, R$ 1,3 milhões.



Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !



Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:



'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.



Obs. É isso aí, amigos Recantistas e visitantes. Senti-me na obrigagação de editar esse texto, até por que sou professora!



Um abraço:

Geneci Almeida

22/01/11



Geneci Almeida

Publicado no Recanto das Letras em 22/01/2011

domingo, 20 de março de 2011

Mais corrupção, menos educação: Levantamento feito com base em auditorias da CGU em 556 municípios brasileiros aponta que as cidades com os maiores índices de corrupção também apresentam os piores indicadores educacionais.


Pesquisa realizada sobre dados de auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU) em 556 municípios brasileiros, incluindo 21 de Pernambuco, revela a presença da corrupção em “mais de 60%” das cidades investigadas, afetando negativamente, de modo mais intenso, as condições e a qualidade da educação fundamental. A pesquisa analisou os resultados das fiscalizações da CGU, no período de 2001/2004, sobre a aplicação das verbas do governo federal repassadas aos municípios auditados, 70% das quais destinadas à educação básica e à saúde pública. A constatação é de que nos municípios com maiores índices de corrupção estão também os piores indicadores educacionais. A revelação está no trabalho de conclusão de doutorado em Ciências Políticas/2010, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), do historiador e professor da Universidade Federal de Campina Grande (PB) Clóvis Alberto Vieira de Melo, 38 anos.(foto)

O estudo Efeitos da Corrupção em Indicadores Sociais fez o cruzamento dos dados dos relatórios da Controladoria-Geral da União com os indicadores educacionais nos mesmos municípios auditados. Os índices estatísticos revelam um escândalo nacional em razão da dimensão da prática. Os dados da CGU demonstram, de acordo com a pesquisa, que a corrupção é endêmica, envolve gestores e poderes municipais, quer tenham concepções ideológicas ou não. Ou seja: contrariando o pensamento comum, a consistência ideológica de coligações partidárias nas campanhas de prefeito “não é sinônimo de gestão honesta”.

RIQUEZA

A maior ou menor incidência de corrupção está significativamente ligada ao indicador de maior ou menor riqueza do município. “A magnitude da corrupção se diferencia conforme a riqueza da população: quanto menor a renda per capita de um município – ou seja, quanto mais pobre a população –, tanto maior a probabilidade de existir nele corrupção”, destaca Clóvis Vieira de Melo, no seu trabalho.

O mais grave da corrupção é o fato de ser reprodutora de pobreza. Nas estatísticas das auditorias da Controladoria-Geral da União, o professor-pesquisador identificou uma diferença significativa entre os grupos de municípios com corrupção e os sem corrupção, quanto ao quesito “insumos básicos educacionais”.
No grupo onde foi descoberta corrupção com recursos federais, observou-se a maior deficiência de estrutura física, equipamentos e formação dos professores. “Prefeitos corruptos pagam menor salário aos professores de sua rede e sofre mais numerosas e variadas queixas deles”, assinala o pesquisador. A seleção dos municípios (prefeituras e câmaras de vereadores) fiscalizados pela CGU é feita por meio de sorteio, o que afasta a hipótese de direcionamento político na escolha.




EDUCAÇÃO
Estatisticamente, a pesquisa destaca que a variável “corrupção” impacta de forma negativa indicadores educacionais, como “aprovação e abandono escolar”. Nesses quesitos, acrescenta o estudo, fica evidente que o fator “ocorrência de corrupção na gestão escolar” impacta no desempenho da escola. Ao serem observados no cruzamento de dados os testes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o resultado é que a corrupção torna-se mais danosa à primeira fase do ensino fundamental, o que sugere que “os alunos que mais sofrem os efeitos da corrupção são os que ainda estão no processo de aprendizagem”.

O cruzamento dos dados da Controladoria-Geral com os indicadores de educação levaram o professor-historiador e cientista político a concluir que “quanto maior o nível de corrupção, tanto menores os de educação” e a sentenciar que “a corrupção nos municípios brasileiros impacta negativamente a área educacional, sobretudo no que diz respeito ao ensino básico”.

O objetivo da pesquisa foi aferir o impacto da corrupção nos indicadores educacionais e a análise e cruzamento de dados traduziram o grau de interferência e os danos causados no aprendizado escolar na gestão pública, em especial dos municípios. “Pretendo atualizar esses dados em cima das novas auditorias da CGU”, revela de Campina Grande, por telefone, o professor Clóvis Vieira de Melo

 
O triste retrato apontado pelas estatísticas

As 561 auditorias realizadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) em 556 municípios, com menos de 500 mil habitantes, entre 2001/2004, escolhidos aleatoriamente por sorteio, identificaram a ocorrência de desvio de recursos federais em 354 cidades, o correspondente a 63,7%. O número de irregularidades dessa natureza foi de 747, ou 2,1 desvios por cada município. Especificamente em recursos destinados às áreas de educação e saúde, foram encontrados desvios, respectivamente, em 172 (30,9%) e 188 dos 354 municípios. O Norte e o Nordeste são as regiões do País com maior número de municípios com ocorrência de casos de corrupção. No Norte, à exceção do Acre, todos os Estados registraram corrupção em mais de 70% dos municípios auditados.

A pesquisa revela que os casos de corrupção descobertos nos municípios do Nordeste, no período investigado, chegaram a 405, o equivalente a 54,6% do total, enquanto os casos nos municípios da Região Sul totalizaram 56 casos ou 7,5% do total. Ao dividir o número de ocorrências de corrupção pelos respectivos municípios de cada região, o Nordeste aparece com 2,09 casos por município auditado, enquanto no Sul a relação é de 1,33. Entre os nove Estados nordestinos, os municípios da Bahia apresentam a maior quantidade de casos (3,37 por município auditado), enquanto os de Pernambuco apresentam a menor proporção: 1,10 por município.

Ao analisar os dados dos relatórios da CGU para identificar o impacto da quantidade de desvios de recursos no rendimento escolar, no período 2001/2004, Clóvis de Melo encontrou no indicador “abandono escolar” um crescimento da taxa. “Percebe-se que, onde houve corrupção no período analisado, há um incremento positivo nessa taxa, à qual pode variar de 7,21% onde não houve corrupção a 16,16% nos municípios em que se detectou quatro casos”, destaca.

Impacto igual foi encontrado quando os mesmos dados foram cruzados com as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O resultado apresenta uma relação negativa com a presença de corrupção, que é crescente na medida em que cresce o número de casos. “Nos municípios em que não se encontrou corrupção, no ano de 2004, a nota média foi de 3,57. A ocorrência de um caso apenas fez a média cair para 3,08 ou 13,72% a menor. Onde se encontrou até quatro casos de desvio (de recursos), a queda média foi de 26,61% (nota média de 2,62).

O historiador e professor da UFCG Clóvis Alberto Vieira de Melo aplicou como metodologia o cruzamento dos dados das investigações da CGU sobre administrações municipais com os indicadores da educação básica, de modo a verificar se os desvios de recursos impactava negativamente sobre essa área. “Em geral, na maior parte dos municípios fiscalizados, a corrupção foi detectada”, realça. Clóvis de Melo aplicou na pesquisa, entre outras variáveis, a corrupção e a improbidade geral, na educação e na saúde, índices de equipamentos (TV, Vídeo, parabólica, som e computador) e de infraestrutura física (diretoria, secretaria, cozinha, sanitários e biblioteca), moradia precária, saneamento e trabalho infantil.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Piso salarial do magistério: Portaria define critérios para que secretarias peçam recursos

O Ministério da Educação publicou, nesta quinta-feira, 3, portaria que aprova resolução da Comissão Intergovernamental para Financiamento da Educação de Qualidade. Essa resolução trata do uso de parcela dos recursos da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para o pagamento integral do piso salarial dos profissionais da educação básica pública.

Composta por membros do MEC, do Conselho Nacional de Secretarias de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a comissão definiu cinco critérios que serão exigidos de estados e municípios para pedido de recursos federais destinados ao cumprimento da lei do piso salarial do magistério:

•Aplicar 25% das receitas na manutenção e no desenvolvimento do ensino;
•Preencher o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope);
•Cumprir o regime de gestão plena dos recursos vinculados para manutenção e desenvolvimento do ensino;
•Dispor de plano de carreira para o magistério, com lei específica;
•Demonstrar cabalmente o impacto da lei do piso nos recursos do estado ou município.

Com base nessas comprovações, o MEC avaliará o esforço das administrações na tentativa de pagar o piso salarial dos professores.